terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Lei do menor esforço aliado a uma grande lata


Hoje resolvi mandar um postal de boas festas. Até aqui tudo normal. Escrevo o texto, escolho uma imagem gira e envio.

Agora recebo um e-mail exactamente igual, desde o título à mensagem... Ah esperem! Tem a particularidade de ter "FW:" antes do título e "Bom Natal ,Boas Festas" entre a minha primeira frase e a despedida.

Não sei o que lamente mais: se a falta de imaginação e a escolha do caminho mais fácil usando a mensagem de outra pessoa, se a parvoíce de o fazer enviando também para quem, afinal de contas, criou o postal.

Claro que já respondi à pessoa em questão com a mensagem adequada...

O poder dos jogos online


Há umas semanas escrevi sobre o fenómeno do FarmVille e ontem deparei-me com uma notícia que falava precisamente no facto de os jogos existentes no Facebook estarem a destronar outros jogos online.

A crescente popularidade dos jogos nas redes sociais, como o Mafia Wars e o FarmVille no Facebook, está a relegar para segundo plano outros jogos online populares, como o Travian e o Tribal Wars. Por exemplo, o FarmVille surgiu apenas em Junho e já conta com cerca de 70 milhões de utilizadores. Por oposição, o jogo online mais popular em Portugal, o Travian, precisou de quatro anos para chegar aos cinco milhões de utilizadores activos.

Os jogos online têm uma grande vantagem: podemos estar em qualquer parte e ir dar uma espreitadela para ver como andam as coisas. O facto de um jogo estar inserido no Facebook facilita, visto que hoje em dia muita gente usa essa aplicação, vai lá diariamente e basta clicar num ícone para ver como está a sua quinta do FarmVille.

Isto faz-me recordar os meus tempos de jogadora: sempre fui adepta de jogos de computador. Ainda me lembro das horas que passava a jogar sem me fartar. Belos tempos esses em que a única preocupação a seguir aos trabalhos de casa era escolher o jogo a que me iria dedicar.

Na altura jogava-se ao Prince of Persia, ao Sensible Soccer ou ao Arkanoid e era a loucura. Agora criamos quintas e cidades virtuais. Mas já se sabe, é a evolução dos tempos...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O meu primeiro sismo


Nunca pensei começar um post com o título acima, mas aqui vai... Tudo se passou esta madrugada, mais exactamente à 1:37. Estava meia a dormir, meia a ver a série Mentes Criminosas e a pensar "desliga mas é a TV que já não estás é a ver nada", mas claro que a TV continuou ligada e eu quase a adormecer. Nisto começo a ouvir um barulho e primeiro pensei que era o meu vizinho do lado no seu Subaru artilhado (que o som daquilo mais parece o de um tractor). Mas não podia ser, o barulho vinha de mais longe. Parecia quando ouvimos um trovão ao longe e pensei "agora só falta vir uma trovoada para não me deixar dormir". Mas também não era bem, pois o barulho era contínuo.

Lá continuei a ouvir um bbbbrrrruuuummmm longínquo e nisto a cama começa a tremer ligeiramente e eu a pensar porque raio estava a tremer se estava tão quentinha e nisto a cama treme mais e penso "caramba, não sou eu, é a cama!! É um sismo!!" Olho para cima e vejo o candeeiro a baloiçar... continuo sentada na cama a olhar para o candeeiro a baloiçar cada vez mais. Nisto parou... silêncio absoluto... eu quieta e o candeeiro de um lado para o outro... deitei-me... levantei-me... fui andar pela casa... fui espreitar à janela... o silêncio continuava... fui novamente para a cama pensar no que fazer se houvesse uma réplica... "ok, se for assim fico aqui sossegada, se for mais forte piro-me daqui para fora". Meto a TV na SIC Notícias e vejo o noticiário das 2h. Confirma-se, sismo de grau 6...

Considero que sempre tive um pensamento racional, mas assusta-me a parte de ter ficado a olhar para o candeeiro inclusive a pensar que se por acaso ele caísse, seria em cima das minhas pernas. No entanto, fiquei quieta a ver no que aquilo dava. Quero acreditar que se fosse caso disso, teria a reacção de me proteger. Foram segundos que pareceram uma eternidade...

Tratou-se de um sismo de magnitude 6.0 na escala de Richter, cujo epicentro se localizou a cerca de 100 quilómetros do Cabo de São Vicente. Foi o maior em 40 anos.

O que aconteceu em 2007 não senti. Estava em casa doente com faringite e apenas ouvi uma tampa a fazer barulho mas nem sequer associei a um sismo, porque não senti nada efectivamente a tremer. Mais tarde soube o que tinha sido e que em Lisboa se sentiu bastante.

Este senti e bem! Embora um pouco assustada, mantive a calma. Seja como for, espero não voltar a passar pelo mesmo.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Um ídolo em ascensão


A música é do Jason Mraz, a letra... digamos que é do próprio cantor e o resultado final é genial.

Este menino japonês de 5 anos é a nova estrela da Internet. O vídeo foi colocado online a semana passada e já foi visto por mais de 4 milhões de pessoas. Ainda nada se sabe sobre esta criança que está a fazer furor no YouTube.

Gostei de tudo, especialmente das expressões que ele vai fazendo com a cara. E vocês? :D

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É assim que se começa o dia!


Não há nada melhor do que começar um dia de Inverno (adoro dias como o de hoje, frios com Sol) com uma caneca de leite bem quente e uma fatia de bolo de chocolate.

E dormir numa cama fofinha? Ai, maravilhoso... E como se consegue isto? Com os fantásticos lençóis térmicos!! Quem os conhece sabe do que falo e quem não sabe o que é, anda a perder noites super quentinhas e fofinhas. Quem os inventou merecia um Prémio Nobel. Já nos podemos esticar pela cama toda sem ficar confinados ao espaço onde está o nosso corpo por ser a única zona quente. Sou fã, muito fã!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Afinal o que é um blogue?


Há dias recebi a primeira crítica negativa sobre o meu blogue. Foi-me dito que andava "pelas ruas da amargura". "Tens tempo para o escrever? Por que motivo o criaste?" (não sabia que havia uma regra que obrigasse a escrever todos os dias :P). Acima de tudo, gosto de escrever. Incentivada por já seguir o blogue de uma amiga, resolvi criar o meu.

Quando alguém me diz que se identifica com o que escrevo e gosta de ler, fico contente. Sei que é impossível agradar a todos nem é isso que pretendo. Escrevo para mim, tendo em consideração que será lido por terceiros. Dizia-me essa pessoa "um blogue como tantos outros"...

É evidente que as pessoas não se identificam com os posts todos. Estou a gostar do que estou a criar e quem lê diz o mesmo, o que me deixa satisfeita. Não estou aqui para usar palavras "caras" nem ser intelectual, pois não sou assim. Gosto de escrever de forma simples e divertida, porque é assim que eu sou. Não escrevo para agradar a A, B ou C. Sigo vários de pessoas amigas e cada um escreve o que lhe apetece e dá a forma que pretende ao respectivo blogue.

O cunho pessoal é quando cada um de nós partilha os seus sentimentos. Se isto é ser "igual a tantos outros", que seja. Afinal de contas, todos escrevemos baseados num denominador comum: o que sentimos em determinada altura, o que gostamos, o que nos irrita, etc. Seja um blogue mais íntimo, divertido ou um diário de viagem, escrevemos tendo em conta as nossas experiências. Estou certa ou errada?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

FarmVille, o fenómeno


Para quem não sabe, o FarmVille é um jogo do Facebook. Demorei bastante tempo a começar a jogá-lo, mesmo com a insistência (leia-se enorme) das pessoas que o jogam. Nunca percebi o entusiasmo e a euforia. Ouvi muitas vezes "é tão giro, pode-se fazer isto e aquilo".

O jogo consiste em criar uma quinta com tudo o que isso implica: plantar, colher, comprar celeiros, tratar dos animais e afins. Ah! Muito importante: convém ter o máximo de vizinhos possível para se ter direito a comprar determinados artigos. Daí eu agora entender quando me diziam "não queres ser minha vizinha? Dava-me jeito"...

A semana passada rendi-me e resolvi experimentar. A minha amiga Maguita diz que estou completamente viciada. Acho que está a exagerar. Porquê? Só porque controlo a hora a que semeio as coisas para saber se vou a tempo de colhê-las no dia seguinte sem correr o risco de morrerem? Sou cautelosa, ora essa.

Resumindo, este jogo é um fenómeno e há que admiti-lo. Mesmo quem não jogue, esteja a ler isto e a pensar "deve estar tudo doido", a verdade é essa: quem joga gosta de o fazer e dificilmente não fica viciado.

By the way, a imagem é da minha quinta, não é linda?